Lei dos Lobinhos- Um Conto Real – parte 3


BY: Estevao Valente “Voce está zangado comigo?”
“Por quê estaria?”
“Por causa do que aconteceu no caminhão.”
“Claro que não. Foi bom.”
“Melhor ainda foi mamar no seu pau duro e beber todo seu leitinho.”
“Agora tenho um pouco de leitinho seu dentro de mim”...viado é viado desde novinho, né não? Rsrsrssr
Jorge Barbiere estufou o peito e me roubou um beijo rápido na boca.
A noite nos dois estávamos no sleep bag só que agora de calções de banho.
Ele arriou o meu deixando a bunda de fora.
Arriou o dele até os joelhos.
E encostou aquela piroca duríssimo.
Me virou e beijou a boca.
Deu um chupão que quase perdi a respiração.
Eu me mexi e o cacetão adentrou ao meu rego que estava frouxinho, frouxinho, pois eu estava molezinho, molezinho.
Podia se dizer que estávamos os dois nas nuvens de tanto tesão.
Já assistiram um Pas de Deux ?
Pas de Deux “como o próprio nome sugere, é um dueto de dança em que dois dançarinos super sincronizados executam passos de ballet juntos.”
Quando a foda é uma foda, quando os dois parceiros estão super sincronizados, um se dando realmente ao outro, e como um Pas de Deux .
Nada sai do ritmo, não se erra, tudo é dentro dos conformes.
As encoxadas eram homéricas.
Vez ou outra, Jorge se afastava e com lanterna iluminava a minha bunda.
“Arrebita essa bundinha linda, rolicinha, gostosinha”.
“ Diz que ela é só minha, diz”.
“ É sua, é só sua”.
Nos beijávamos com ternura.
O pau de Jorge era curto ( uns 12 cm) , grosso ( uns 8 cm de circunferência) , parecia mesmo uma grande rolha de vinho e até hoje acho, considero, que foi o melhor cacete que me comeu.
Sonho com ele e toco punheta.
O “ roludo” sai de sua coxas de jogador de futebol de praia formando um conjunto tão bonito que nem Michelangelo conseguiria copiar.
Eu arfava baixinho.
Forçava meu corpo contra o do Jorge, que forçava o dele contra o meu havido de prazer.
Enfiou todo o ‘ roludo’ entre as minhas pernas, e com a habilidade postou a cabeçona na porta do meu cuzinho.
Tremi todo de tesão.
Jorge empurrou bem devagar.
“ Quer o ‘Jorginho’ mais dentro desse cuzinho, neném ”
Abriu minha bunda com uma das mãos e...enfiou mais um pouco.
“ AI!!! Doeu”.
Jorge me abraçou, me beijou no pescoço, untou sua duríssima “rolha” com cuspe, e enfiou de novo nas minhas coxas.
Tava com tanta fome de mim que gozou para caralho, lambuzando minhas coxas e todo o sleep bag
Eu nem ligava para o estrago – o que eu ia falar pra Babá- , pois estava super feliz ´ sentindo a porra quente daquele garoto lindo de praia escorrendo em minhas coxas.
Ficamos de conchinha e dormimos.
“ Não posso arregaçar esse cuzinho aqui, mas lá em casa vai ter tempo de sobra”, falou Jorge logo quando acordamos ao son da maldita corneta.
“ Vai doer ?”, me fiz de tonto.
“ Vai, sim. Não vou te enganar, mas se você relaxar logo a dor passa, e você vai querer me dar todo dia”, falou Jorge Barbiere com aquela voz doce, melodiosa , forte de locutor de rádio.

E assim foi....


Foto 1 do conto: Lei dos Lobinhos- Um Conto Real – parte 3

Foto 2 do Conto: Lei dos Lobinhos- Um Conto Real – parte 3

Foto 3 do Conto: Lei dos Lobinhos- Um Conto Real – parte 3



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