*** Conto Romantico - O Melhor Amigo


BY: Mahcello Nome: Bernardo
Idade: 23 anos
Físico: Alto (1,80), levemente musculoso, branco, cabelos e olhos castanhos escuros. Rosto com traços masculinos e uma barba de um dia para fazer.

        O verde da vegetação começou a tomar conta da vista que eu tinha da janela do ônibus. Montanhas cheias de vida eram cortadas delicadamente por rios que reluziam à luz do sol que já começava a se por. O céu azul não se importava em estar o mais tranquilo e limpo possível. O ônibus continuava seu caminho pela estrada que parecia interminável. Passamos por uma cidade pequena de interior onde tudo era tranquilo. Eu sempre estava de olho procurando algum garoto atraente. Mas, nada. Nenhum. Acho que o povo está tranquilo demais até para se dar ao trabalho de ter filhos atraentes. Uma pena. Garotos de cidadezinhas assim são sempre mais carentes e ferozes na cama.
        Estava parado nessa poltrona há mais de duas horas e minhas pernas já estavam um pouco dormentes. O interior do ônibus estava agradável, principalmente por causa do ar-condicionado. Não me lembro de ter notado esse tipo de regalo nas linhas para o interior. Acredito que o pessoal do litoral tem mais mordomia. Bom, eu não estava indo para qualquer lugar. Estava indo para o litoral norte paulista. Não estou acostumado a ir a esses lugares mais exclusivos mas as vezes creio que devo aproveitar mais o que a vida me proporciona.
         Fico inquieto a medida que me aproximava mais de meu destino final. Um fim de semana com o meu melhor amigo me deixaria mais animado. Fazia muito tempo que tentávamos fazer com que essa viagem acontecesse mas sempre havia algo para nos impedir. Ele se ofereceu para me levar de carro mas não queria incomodá-lo, portanto decidi vir de ônibus. Decisão que foi recebida por ele em meio a protestos e piadinhas sem graça. Ignorei-o.
        Encosto minha cabeça na poltrona e estico minhas pernas tentando ter um pouco mais de conforto. Percebo que o homem ao me lado não tira os olhos de meu pau. Eu não havia reparado mas o homem era de responsa. Moreno, aparentemente alto, olhos castanhos e músculos que saltavam das roupas. Seus lábios estavam contraídos e sendo mordidos ferozmente pelos seus dentes brancos. Vi a sua expressão de desejo. Assim como um animal faminto olhando sua presa. Conseguia sentir seu perfume masculino. Aposto que tem no máximo 25 anos apesar de seu semblante maduro. Eu o encaro e, sem nenhuma vergonha, ele me manda um beijinho no ar assim que percebe que eu o flagrei. Não estou acostumado a receber esse tipo de cantada direta portanto desvio o olhar. Meus amigos sempre notam outros homens me encarando e tirando um pedaço meu com os olhos mas eu prefiro ignorá-los. Percebo que o ônibus parou. Sem perder tempo, ele está a dois centímetros de minha orelha. Seu hálito fresco toma conta de minha respiração enquanto tento esconder minha expressão de espanto. Sua proximidade deixa meu corpo quente enquanto eu flexiono todos os músculos.
        - Se eu tivesse mais cinco quilômetros nesse ônibus com você ao meu lado, atacaria esse seu pau com toda força que Deus me deu. Lamberia essa sua pica como se não houvesse um amanhã até você soltar todo o seu leite quente guardado em minha boca. Colocaria minha mão por trás e enfiaria meu dedo grosso em seu cuzinho até você implorar para eu parar. - ele sussurrou em meu ouvido.
        Sinto um arrepio quando percebo que ele está lambendo meu pescoço com a língua molhada e quente. Sinto aquela língua de ferro provando o suor salgado de minha pele nua. Percebo que sua mão está apertando o interior de minha coxa com uma força incrível. Ela está deslizando lentamente e encostando na minha piroca ainda mole. Sua boca está dando beijos suaves em meu pescoço que já está arrepiado. Sem aviso, ele se afasta e levanta-se carregando sua mochila. Deslizo para a sua poltrona que está incrivelmente quente e estico o pescoço no corredor para dar uma última olhada naquele homem maravilhoso. Ele estava vestindo uma camiseta marrom colada com o corpo todo definido e uma bermuda branca que mostrava e beneficiava aquela bunda redonda, dura e empinada. Seu andar era de macho forte e o seu volume traseiro mexia-se conforme ele dava cada passo. Eu o encaro até que esteja fora do ônibus. Deslizo de volta para minha poltrona e percebo meu cacete duro feito pedra por baixo de minha calça. Fazia tempo que alguém não chegava tão perto assim de mim. Sinto o calor deixando o meu corpo conforme o tempo passa. Já estou a dez minutos da minha parada.
        Tento pegar o meu celular no bolso de trás e reviso as minhas mensagens com o Bruno.

Bruno – Onde está?
Eu – To no ônibus.
Bruno – Eu sei né babaca. Quero saber em que parte está no caminho.
Eu – Não seja tão mal educado. Estou chegando. Por que está tao ansioso menino?
Bruno – Só quero meu amigo aqui logo. Posso?
Eu – To chegando Bruno. Que saco. Espera cara.
Bruno – Me avisa quando estiver chegando.
Bruno – Tá?
Bruno – Bernardo?
Bruno – Meuuu.... CARALHO HEIN...
Bruno - ….

        Não sei como eu consegui um amigo tão pegajoso. E para a surpresa de todos, hétero. Sempre achei ele um gato mas tenho respeito se alguém não quer aproveitar um pouco do que ofereço para o mundo. Ele que sai perdendo. Pelo menos ele era um anjo comigo. Às vezes. Digito o mais rápido possível.

Eu – 10 minutos.

        Eu devo ter esquecido de respondê-lo depois que o gostoso misterioso apareceu e me atacou. Bom, é a vida.

Bruno – Tá.

        Já mencionei que é só às vezes que ele é um anjo? Levanto-me e caminho lentamente pelo corredor do ônibus carregando minha bolsa. Fico ao lado do motorista tentando reconhecer o lugar seguindo a descrição do Bruno. Dois minutos e está lá o ponto de ônibus em que devo descer. Peço para o motorista parar e saio do ônibus.
        Assim que desço, vejo que o sol ainda está presente e protejo meus olhos dos raios quentes. O vento está soprando levemente carregando o cheio característico do mar. Ao lado do ponto de ônibus percebo um vulto se aproximando conforme o ônibus se afasta. Espremo os olhos para ver quem é e reconheço os olhos verdes e cativantes de Bruno.
        Ele não mudou nada. Mesmo Bruno de sempre. Cabelo loiro curto penteado para cima. Sobrancelhas loiras franzidas tentando me enxergar enquanto o sol quente ilumina sua pele branca e levemente molhada. Seu corpo bem definido cabe perfeitamente em sua roupa básica. A camisa vermelha balançava com o vento enquanto seu shorts com estampas tropicais grudava em suas coxas grossas enquanto ele caminhava. Ele é da minha altura mas um pouco mais malhado. Sua boca vermelha afastou-se e mostrou seu sorriso encantador assim que seus olhos se conectaram com os meus.
        - Até que fim hein! - ele gritou abrindo seus braços fortes sugerindo um abraço.
        - Para de palhaçada menino, a viagem foi mais curta do que o planejado. - eu tentei desviar do abraço de urso enquanto puxava minha bolsa para as costas.
        - Acho que sentimentos não serão trocados nessa viagem mesmo. Sua mãe não te amou na infância? - ele brincou, abaixando os braços e colocando a mão em meu ombro.
        - Hum... - resmunguei enquanto começava a segui-lo pelo acostamento da estrada.
        - Bom, você terá que se acostumar comigo enchendo o saco. Meus pais tiveram que voltar para São Paulo hoje. Alguma coisa que aconteceu com o trabalho deles. Esse fim de semana será apenas eu e você.
        - Uhuuuu.. - gritei ironicamente enquanto observava o ambiente.

        O lugar era bem isolado. Além da pista e do ponto, só conseguia ver mato dos dois lados. Seguimos pela estrada até uma entrada com portões dourados. Bruno empurrou o portão e eu percebi que sua aliança não estava mais em seu dedo. Pensei que tudo estava indo bem com a menina com quem ele estava namorando. Apesar de não conhecê-la ainda, tinha uma certa simpatia pois ouvi dizer que ela vive me elogiando pela minha aparência em fotos.
        Olhei além dos portões e vi um mar de casas e mansões que fazia companhia ao mar. As árvores cheias de flores davam ainda mais cor para a visão cheia de telhados novos, janelas limpas, lustres reluzentes e gramados cortados. O mar reluzia a luz do pôr do sol que insistia a acontecer. Só encontraria essa visão em algum comercial de luxo. Tudo era perfeitamente arrumado e delicado. Tinha medo de pisar no lugar errado e ser preso por desordem pública. Sempre soube que o Bruno tinha dinheiro, mas não sabia que era tão rico.
        - Então, esse trabalho dos seus pais não é com drogas não né? - perguntei com a boca aberta.
        - Eles são acionista de uma empresa ou sei lá o que. Eu sei que aqui tem muito para absorver, mas tente ignorar as pessoas de nariz empinado. - ele disse tentando esconder a vergonha.
        - Ah, que bom. Agora tenho motivo para te ignorar. - falei provocando ainda mais sua vergonha absurda da riqueza.
        Caminhamos algumas ruas e passamos por algumas mansões extravagantes até chegarmos a ''casa” de vidro de praia do Bruno. A casa era tão grande por fora que fazia sombra no mar que ficava a dez metros da entrada. Era a única “casa” que ocupava um quarteirão inteiro. As janelas eram alongadas e iam do meio da casa até o chão revelando o interior do palacete. Conseguíamos ver a escada no meio da sala que provavelmente levava para os quartos no piso superior. Televisões de plasma, sofás de metro, uma mesa de vidro com no mínimo vinte lugares e um lustre no hall de entrada que deveria ser feito de cristais. O jardim estava impecavelmente verde e a porta impecavelmente grande demais.
        - Deixe suas coisas ai no sofá e vamos para a cozinha comer alguma coisa. - ele disse descontraído enquanto entrava em sua “casa”.
        - Ok. - eu disse ainda incrédulo com o tanto de dinheiro que esse menino vem escondendo de mim por tantos anos.
        Joguei minha bolsa no sofá ainda tentando receber tanta informação de uma casa só. Segui o Bruno até a cozinha que não deixava a desejar no conjunto. Sentei a mesa já pronta ao lado do meu ingrato amigo.
        - Então “colega”, se você é tão rico, por que não compartilha com os amiguinhos necessitados?
        - Para com isso seu palhaço. Eu nem sou rico. Meus pais são. - ele falou enquanto colocava suco em sua taça de cristal.
        - Ironia. - falei enquanto via o sorriso nascer novamente naquele rosto angelical. - Então, vai me contar o que aconteceu com a Fernanda?
        - Nossa meu, como você é bisbilhoteiro né! - ele gritou com o tom de desafio. - Eu terminei o namoro.
        - Hum, foi mal. - percebi que havia algo a mais na história mas deixei passar.
        - Eu gostava dela, mas ela queria mais do que eu podia oferecer. - ele falou olhando diretamente em meus olhos. Seus olhos verdes desviaram-se tentando esconder algo.
        Comemos um lanche normal. Queria cavear mas acho que é pedir de mais. Mas comer um misto quente com suco tangue já é demais né. Quando terminamos, ele levantou-se da cadeira e passou por trás de mim deslizando a mão em minhas costas. O toque dele era surpreendentemente confortante. Deixei esse pensamento de lado e perguntei:
        - Quais são os planos para hoje? Estou a fim de animar seu humor. Solteirão. - disse brincando.
        - Você sempre anima meu dia Bernardo. Não importa o que você faz ou como eu estou me sentindo. É você quem eu procuro todos os dias. - ele disse com a voz um pouco mais baixa que o normal.
        - Obrigado Bru. Você também é assim pra mim. - tinha uma piada pronta, mas não achei apropriado. Ele parece um pouco chateado com esse fim de namoro.
        - Qual filme você quer assistir? - ele perguntou.
        - Bom, é melhor não deixar eu escolher. Ultimamente tenho assistido muitos filmes de romance “alternativo”. Você sabe, pra minha turma. - eu disse.
        - Beleza. Então escolhe um. Não tenho preconceito. - ele disse ficando vermelho.
        - Tá bom. - eu disse com um sorriso no rosto enquanto íamos para a sala de televisão.
        Depois de alguns minutos vasculhando o site de filmes, encontrei uns dos meus filmes preferidos. “De repente, Califórnia”. Achei apropriado. O Bruno estava extremante confortável no sofá sem deixar espaço para mais ninguém. Ele sabe que esse tipo de coisa não me deixa feliz.
        - Então, qual o filme. - ele disse com um sorriso malicioso no rosto.
        - De repente, Califórnia. Você, por obséquio, poderia deixar um espaço no sofá para os menos afortunados? - falei irritado.
        - Olha as palavras dele! Você fica tão bonitinho irritado. Pode sentar aqui do meu lado. - ele disse brincalhão batendo a mão no sofá.
        Sentei-me ao seu lado com a expressão de desgosto. Não estava acreditando nas coisas que estavam acontecendo. Tentava não pensar muito pois sabia que eu poderia me enganar. Nós eramos amigos. Apenas amigos. Nada mais. Porém algo poderia acontecer. Mas, não. Ou sim? Amigos. Certo?
        O filme passou e em alguns momentos vi o Bruno mexendo a perna demonstrando nervosismo. Sei que ele tinha algo para me falar mas não queria confrontá-lo. Durante o filme, não trocamos palavras. A atenção estava totalmente presa na história. Fui ao banheiro duas vezes e quando voltava, percebia os olhos verdes de Bruno seguindo meus passos lentamente. Quando o filme acabou eu levantei do sofá e desliguei a televisão. Vi que ele estava ainda mais inquieto com a perna e as mãos. Se esse menino matou a namorada, eu já teria um plano de fuga, que envolvia um Toddynho e uma caixa de fósforos.
        - Bruno, me fala o que foi. - eu disse.
        - Falar o que? - ele disse visivelmente nervoso.
        Eu olhei para ele com um ar sério. Seus olhos brilhavam quando olhava de volta para mim. Consegui por um minuto ver um garoto com quem eu poderia realmente confiar, respeitar e amar. Meu coração se aqueceu e ficou inquieto em meu peito. Eu não poderia alimentar esses sentimentos. Já sofri com isso antes e sei que amar alguém que não te ama é … foda. Sua boca estava ainda mais vermelha do que o habitual. Talvez estava mordendo-a com força. Percebi como sua camiseta balançava rapidamente com o seu respirar forte. Seus olhos gritavam.
        - Eu sou gay. - ele disse.
        - Oi? - eu disse incrédulo.
        - Desculpa por não ter te falado cara. Mas eu sou gay. - ele disse.
        - … - isso não poderia ser verdade.
        - Eu estava namorando com um menino, Fernando. Por isso você e nem ninguém nunca o conheceu. E foi exatamente por isso que nós terminamos, pois eu não conseguia assumir para ninguém.
        - Por que você nunca me contou? - eu disse.
        - Porque eu tinha vergonha. Na verdade ainda tenho. Quando você me contou sobre você, lembro que morri de vontade de contar mas sempre pensei nos outros e o que eles falariam. Meus pais estão sempre tão orgulhosos do meu irmão. Eu não posso dar motivo para eles me odiarem.
        - Mas seus pais me amam e sabem sobre mim. - eu disse.
        - E foi isso que me deu coragem para me assumir para eles. Falei hoje à tarde. Eles foram embora pois queriam deixar a gente a sós. Acharam que você derrubaria a casa se soubesse que eu menti para você por tanto tempo.
        - Calma, você ainda não me deu tempo. - eu disse brincando.
        - Você não está bravo comigo? - ele perguntou olhando para mim com os olhos brilhando com o alívio.
        - Claro que não. Na verdade fiquei aliviado. Agora sei que você realmente gostou do filme. Mas acredito que você deve estar chateado por não ter feito isso antes. Principalmente para continuar com o seu namorado.
        - Fique chateado, mas como só passamos dois meses juntos, eu já estou bem melhor. E agora você está aqui.
        - Eu sei, sou maravilhoso. - falei brincando.
        - Sim, você é. - ele falou discretamente enquanto levantava-se do sofá.
Ele ficou na minha frente, apoiou a mão no sofá ao lado de minha cabeça e inclinou o corpo em cima do meu. Com sua aproximação, comecei a sentir meu corpo ferver. Sentia o sangue queimar no meu rosto enquanto o seu perfume tomava conta do ar que eu respirava. Seu pescoço estava a dois centímetros da minha boca. Olhava aquela pele fina e macia, tentando imaginar o gosto que deveria ter. Fechei os olhos esperando que algo acontecesse mas quando percebi que ele já estava longe, abri os olhos e vi o maldito ligando a televisão com o controle que acabou de pegar atrás de mim no sofá.
        - hummm... você escolheu uma boa hora para querer assistir Big Brother. - falei tentando esconder a minha frustração.
Ele se virou, jogou o controle no sofá e olhou para mim.
        - Por que está vermelho? - falou com um sorriso maléfico surgindo no rosto.
        - Porque estou com calor, só isso. - falei nervoso. Esse menino me deixa louco.
        - Sei. Também estou. - ao falar isso, o tempo começou a andar em câmera lenta. Ele começou a arrancar a camisa mostrando tudo aquilo que eu pedia todas as noites para os anjos. Sua pele clara era perfeitamente lisa. Seus músculos se contraiam enquanto ele jogava a camisa no chão. Não conseguia acreditar que alguém poderia ter um corpo tão perfeito. Sua cintura era fina, porém musculosa, seu peito era grande e forte, sua barriga era trincada e contraia conforme ele respirava. Uma pegada daquelas duas armas chamadas de braços deve ser o suficiente para fazer qualquer um gozar. Parecia que eu estava na primeira fila da plateia de Magic Mike. Queria tirar aquela bermuda com os dentes.
Se eu estava vermelho, agora não sei qual cor fiquei, só sei que não conseguiria esconder. Não sei por que fico assim, principalmente perto dele, mas vou resolver a situação.
        - Acabou com o seu show exibicionista? - falei enquanto olhava diretamente em seus olhos, tentando não me distrair com qualquer outra coisa.
        - Hummm, finalmente achei algo que te deixa desconcertado.
        - Não estou desconcertado!
        - Ah, não?
Ele começou a andar lentamente na minha direção sem tirar os olhos dos meus. Endireitei-me no sofá e apertei os meus punhos o mais forte que conseguia. Ele subiu no sofá com os joelhos do lado das minhas pernas e apoiou a bunda suculenta nas minhas coxas. Seu rosto mostrava o quanto ele estava aproveitando esse momento. Enquanto ele aproximava seu corpo ao meu, ele mordia os lábios como se eles fossem um pedaço de carne. Ele afasta minha cabeça para o lado deixando meu pescoço desprotegido e encosta os lábios macios na minha pele. Senti um choque quando ele puxou meu cabelo para trás fazendo com que eu olhasse diretamente para aqueles olhos penetrantes. Coloquei uma das minhas mãos nas costas dele e desci arranhando aqueles músculos incrivelmente duros. Ele abriu a boca com o prazer da dor que eu estava dando. Quando minha mão chegou na bermuda, eu já não conseguia mais parar, continuei o caminho e segurei a bunda dele separando as bandas, deixando o cuzinho dele aberto dentro da roupa. Nunca tinha pegado em um rabo tão macio e volumoso. Ele abriu um sorriso e voltou a olhar para mim. Meu pau estava duríssimo e já estava começando a doer dentro da minha calça. Olhei para baixo e vi o volume da bermuda do Bruno aumentando. Já conseguia ver o formato daquele pau enorme pulsando de prazer. Ele apoiou o dedo no meu queixo e levantou minha cabeça enquanto descia a dele. Senti seus lábios tocarem os meus. Foi o beijo mais doce e ardente que eu já havia dado. A língua dele tinha um sabor diferente, quente e molhado. Seus lábios eram carnudos, perfeitos para serem chupados. Ficamos nos beijando por, pelo menos, meia hora. Eu não tinha vontade de parar ou soltar a bunda dele. Enquanto nos beijávamos, sentia o calor do corpo dele que ia para trás e para frente como se estivéssemos fodendo.
Ouvimos a porta abrir e vi o Bruno voando para o meu lado no sofá. Comecei a dar risada da situação quando percebi que era apenas uma empregada do Bruno checando se tudo estava bem.
        - Sr. Bruno, desculpe incomodar, mas queria saber se o senhor precisará de mais alguma coisa. - a mulher perguntou naturalmente. Acho que ela não viu nada.
        - Não Maria, pode ir para casa. Ficaremos bem. - Bruno falou com a voz trêmula enquanto fingia que assistia a televisão. Seu rosto estava vermelho e suas pernas cruzadas. Mas da onde eu estava, conseguia ver exatamente o que ele estava tentando esconder. Tentei me concentrar em outra coisa.
        - Oi Maria, meu nome é Bernardo. Prazer em conhecê-la, já que não temos um anfitrião muito educado. - olhei para o Bruno que começou a dar risada.
        - Prazer em conhecê-lo Bernardo. Espero que você aproveite o máximo a cidade. A Dona Alice falou muito bem de você.- ela disse carinhosamente. A mãe do Bruno sempre foi do meu fanclub. Acredito que ela até tenha falado bem de mim para o Bruno, tentando fazer com que nós ficássemos juntos. Bom, deu certo. Pelo menos para o Bruno foi mais fácil se assumir para a família. Fico feliz por ele. Queria ter tido a mesma sorte.
        - Pelo que eu vi e continuo vendo, aproveitarei horrores. - eu disse. As risadas do Bruno começaram a chamar a atenção da emprega. - Você não está a fim de ficar aqui com nós. Estávamos assistindo a um programa interessantíssimo. - Vejo os olhos do Bruno olhando para mim discretamente e eu abro um sorriso simpático para ele.
        - Não, obrigada. Eu preciso ir porque meu filho está me esperando lá fora. Boa noite garotos. - ela disse enquanto saia pela porta.
        - Será que ela viu alguma coisa? - ele disse enquanto se levantava para fechar a porta.
        - Acho que não.
Ele fecha a porta e volta com um sorriso no rosto.
        - Você consegue fazer piadinha em qualquer momento né. To achando que você tem algum tipo de problema mental.
        - Eu uso isso como um tipo de divertimento sádico.
Ele se inclina na minha frente e pega a camisa do chão e coloca de volta em seu maravilhoso corpo.
        - Não vamos continuar com isso porque eu não quero que você ache que eu te chamei aqui só para foder. - ele fala enquanto senta ao meu lado.
Nããããoooooooooooooo.... continua!! To com um tesão tão forte que poderia foder qualquer coisa com um buraco.
        - Tá. - tenho que fingir que sou difícil também né.
Ele me olha com um ar cômico e volta o olhar para a televisão.
        - Agora que fizemos isso, teremos que namorar. Se meu pai souber que eu fiz isso com você antes de oficializar, ele vai ficar muito bravo. - ele disse.
        - O que? O que exatamente você falou para seus pais? - perguntei incrédulo.
        - Eu disse que eu iria te contar e que não ia fazer mais nada. Mas eles sabem que quando eu quero algo eu faço. Não aguentaria ficar do seu lado por muito tempo depois de te contar. Mas meu pai disse que mesmo sendo gay, eu deveria te respeitar e passar pelo “processo”.
        - Processo?
        - Sim, primeiro beijo, namoro, sexo, casamento.
        - Ah... esqueceu divórcio e separação de bens.
Ele deu risada. Que bom, pensei que ia ficar ofendido. Acho que já está se acostumando comigo. Ficarei rico!! Brincadeira.
        - Espera ae.... você acha mesmo que eu vou me casar com você? Vamos com calma também. - eu falei.
        - Não te dou 24 horas antes de você deixar eu te comer. - ele falou.
        - Quer apostar?
        - Sim... se eu ganhar, você vai ter que aceitar se casar comigo, antes mesmo do namoro. Se eu perder, você vai ser o responsável por me pedir em namoro. - ele disse.
        - Calma! Quem disse que eu quero namorar ou até mesmo casar??
        - Você falou isso um dia desses para mim, que seu sonho era achar alguém para passar a vida. Não está a fim comigo, é isso? - ele falou com uma voz evidentemente triste.
        - Não seja tão sensível, garotinha. - até eu dei risada - Eu te amo. Mas vamos fingir que isso não está na mesa.
        - Você o que???? - ele gritou e levantou do sofá.
        - Nada. - falei tentando irritá-lo. Tenho certeza que é ele quem eu amo. Mas não serei tão fácil assim. Olhei para a televisão.
        - Filho da mãe, você acabou de falar que me ama.
        - Eu?
Ele saiu pulando pela sala gigantesca dando risadas e gritando. Parecia uma mosca perdida. Gente, que bunda era aquela balançando!
        - Tá, senta aqui, vamos assistir televisão.
        - Tá bom amor, vamos fazer o que você quiser.
Revirei meus olhos. Ele sentou-se ao meu lado e pegou minha mão. Ficamos lá por horas nos acariciando e trocando alguns beijos românticos. Estar do lado dele dessa maneira seria inimaginável há 1 dia atrás. Demos risadas, falamos mal da aparência dos outros na televisão, conversamos sobre as novidades, etc. Tudo o que sempre fazíamos quando nos reencontrávamos. A final de contas ele sempre foi o meu melhor amigo. Estar do lado dele tão perto é um sonho. Não vejo a hora de foder com ele.
O relógio avisou que já era 01:00 da manhã. Abri meus olhos e percebi que estava no sofá sozinho e a televisão ligada. Sentei-me e tirei o cobertor de cima de mim. Olhei ao redor procurando pelo meu gostoso. Nada. Onde será que ele foi parar?
        - Acordou? - uma voz de sono veio de baixo. Dei um pulo de susto.
        - O que está fazendo no chão? - perguntei.
        - Você caiu no sono e não queria te acordar. Sabia que você ronca? - ele disse.
        - A audácia que você precisa ter para falar isso é ridícula. Espalha isso que eu acabo com a sua vida. - eu ameacei.
        - Mas é um ronco lindo. Parece um cachorrinho com problemas de respiração. - ele disse.
        - Que romântico que você é!! - eu disse enquanto ele dava risada.
        - Vamos para a cama?
        - Vamos, mas não pense que eu me esqueci da aposta. E essa eu não perco. - eu disse.
        - Veremos. - ele disse.
Subimos aquelas escadas gigantescas de mármore até um corredor cheio de portas. Olhando pelas janelas estava tudo escuro do lado de fora da mansão. Conseguia ouvir as ondas do mar e o canto dos grilos. Segui o Bruno pelo corredor e entramos em umas das portas. Quando o Bruno ligou a luz do lugar o quarto mais luxuoso apareceu na minha frente. Um quarto tão grande que poderia ser dividido em três. Uma cama ficava no centro da parede do quarto e uma janela gigantesca tomava conta de um dos lados do quarto. Armários embutidos preenchiam o resto do quarto. Havia também uma porta e acredito que aquilo era o banheiro. Corri para a cama e escolhi o meu lado. Entrei no meio das cobertas e me aconcheguei.
        - Sério? Já vai dormir mesmo? - ele disse no pé do meu ouvido.
        - Sim... to com muito sono. - falei tentando desviar dos beijos de carinho dele. Não conseguia mais esconder meu sorriso bobo.
        - Ok. Então boa noite. Mas se mudar de ideia no meio da noite, é só me avisar.
        - Boa noite. - falei empurrando ele para o outro lado da cama.
Ouvi ele saindo da cama e desligando a luz.
        - Eu te amo. - ouvi a voz suave dele no meio da escuridão.

No outro dia, a luz do dia entrava no quarto e já estava na cama. Abri meus olhos e olhei através da janela. O mar estava excepcionalmente azul e nenhuma pessoa estava na praia. As montanhas que rondeavam o mar pareciam estar cheias de vida. Virei para o outro lado da cama e encontrei os olhos verdes tão familiares olhando diretamente dentro dos meus olhos. Como fui parar nessa situação. Nunca me envolvi com ninguém dessa maneira. Temos planos e não sei se estou pronto para me comprometer. Mas uma coisa é certa, eu sinto muito amor por ele. Será que só amor será o suficiente? Acho que não... mas a mansão completa o resto.
        - Bom dia! - eu disse com a voz falhando.
        - Bom dia? Já é boa tarde bela adormecida.
        - Não me julgue, preciso do meu sono da beleza. - falei brincando.
        - Até parece que você precisa disso. - ele disse chegando mais perto. Senti o beijo dele como se fosse o primeiro. No meio das cobertas, senti sem querer o pau duro debaixo da sua cueca.
        - Bom dia amiguinho! - eu disse brincando afastando minha mão. - Boa tentativa, mas não vou te liberar. Mas obrigado pela amostra grátis.
Levantei da cama e conseguia sentir o olhar de raiva dele seguindo meu corpo. Entrei no banheiro sem olhar para trás.
Tomamos café e fomos para a praia. A Maria com certeza passou por aqui de manhã. Estava tudo arrumado, até mesmo, nossas coisas para irmos para a praia.
Passamos algumas horas tomando sol e indo ao mar. Foi um dia cheio de beijos e carícias. A praia continuava vazia. O lugar perfeito. O Bruno não parava de tentar me excitar com o corpo dele na areia, indo para o mar, no mar, voltando do mar, no quiosque, no jardim e na caminhada pela praia. Ele queria mesmo e o fogo não parava de subir. Eu não sou bobo e também tenho um bom corpo. Provocava o coitado sem pensar duas vezes, porém eu já estava começando a enfraquecer. Minha força de vontade estava diminuindo conforme o sol começava a se por. Na última hora estávamos sentados na areia apenas de sunga. Uma voz forte falou atrás de nós dois.
        - Olá senhor Bruno, quanto tempo.
Bruno olhou para atrás e cumprimentou o outro homem. Olhei para trás.
        - Bernardo, esse é o filho da Maria, Luis. - disse Bruno.
        - Você? - eu disse reconhecendo o homem do ônibus que havia me deixado louco.
        - Vocês já se conhecem? - ouvi Bruno falar com um tom de ciúmes.
        - Já. Eu vim no ônibus ao lado dele. Esse é seu amigo Bruno? - disse Luis.
Só me faltava essa mesmo. Esse cara só pode estar me perseguindo. Olhando ele de baixo para cima, ele me parecia ainda maior. Sua pele refletia a luz do pôr do sol.
        - Sim.- Bruno falou olhando para meu rosto que começou a avermelhar.
        - Bom, vim dizer que eu e minha mãe estamos indo. Foi ótimo te rever, Bernardo. - ele disse enquanto sorria sem tirar os olhos de mim.
Dois segundos após a saída daquele homem, já estava esperando as perguntas.
        - Ok, isso foi muito estranho. Quer me dizer o que aconteceu com vocês? - ele disse visivelmente nervoso.
        - Eu estava no ônibus e ele meio que insinuou que nós poderíamos fazer algumas coisas juntos. Mas eu não sabia quem ele era. - falei olhando para a areia.
Vi o Bruno se levantando e correndo em direção a casa. Imediatamente corri atrás dele imaginando o que ele diria para o tal Luis.
        - Hei Luis, só queria te avisar, se você chegar perto desse menino, você perde suas pernas, seus braços e esse negócio que você chama de cacete. - Bruno ameaçou.
        - Bruno! Para, por favor. - falei puxando o braço tenso dele.
        - Eu sei Bruno. Pode deixar. Parabéns para você alias. Ele tem um pescoço delicioso.
Em questão de segundos, vi o Bruno em cima do adversário. Pulei em cima deles tentando separá-los. Em meio de socos, gritos de raiva e chutes, senti uma pancada forte na cabeça e tudo ficou preto.
Abri meus olhos e me vi no mesmo sofá de ontem. Estava com a cabeça encostada no colo do Bruno e um cobertor em cima do meu corpo.
        - O que aconteceu? - eu disse sentindo uma dor na parte de trás da minha cabeça.
        - Aquele maldito me deu um soco e você voou das minhas costas e bateu a cabeça no chão. Mas não se preocupa eu mostrei com quem aquele pivete estava se metendo. Agora estamos em paz novamente. Desculpa pela minha reação Bernardo. Eu perdi a cabeça. Não posso imaginar ninguém perto de você. Acho que preciso me controlar um pouco mais.
        - Um pouco? - eu disse.
        - Ok, bastante, mas foi bom acabar com a cara dele.
        - Agora é sua vez de me contar. O que mais aconteceu com vocês. Eu sei que não foi apenas ciúmes. - eu falei me ajeitando no sofá.
        - Hum... resumindo, aquele foi um dos principais motivos da minha separação com o meu ex. Os dois estavam se encontrando muito tempo antes de eu começar a conversar com o Fernando. Eu descobri há pouco tempo.
        - Que horror. Eu nunca faria isso. - eu disse olhando para o teto.
        - Nossa, sem piadas? Eu sei que você não faria isso.
        - Bom, eu ia te chamar de corno... maaaaas, eu te amo demais para isso.
Nunca ouvi o Bruno dando uma risada tão alta. Ele sim, me entende.
        - Que horas são? - eu perguntei.
        - Já passou as 24 horas. - ele disse.
Olhei para o relógio e confirmei, quase meia noite.
        -Ganhei!!!! Sabia que eu ia conseguir. E agora hein? - perguntei olhando para ele.
Um sorriso malicioso surgiu no rosto dele. Sua mão começou a acariciar meus cabelos. Ele abaixou a cabeça e me beijou. Seu hálito quente tomou conta do meu corpo. Sua língua parecia tentar lamber cada parte de minha boca.
Senti sua mão descendo pelo meu peito na direção do meu pau, passando lentamente pelo meu abdômen. Aquela mão quente encontrou um caminho por baixo da minha cueca e já estava acariciando meu pau e minhas bolas. Seu movimento era suave, mas, ao mesmo tempo, firme e me deixou duro em questão de segundos. Já conseguia sentir prazer apenas com as passadas de mão dele. Minhas bolas estão sensíveis e cada vez que a mão desse macho tocava-as eu gemia baixinho. Todos os pelos do meu corpo estavam começando a arrepiar-se. O prazer que sentia era quase insuportável. Tudo o que eu mais queria era soltar minha porra e aliviar isso que sentia. Meu cu estava piscando incontrolavelmente.
Em baixo da minha cabeça, eu comecei a sentir o pau do Bruno ficando cada vez mais duro. Virei minha cabeça abaixei a sunga dele e tirei aquele pau para fora. Assim que toquei nas bolas dele, ele gemeu alto e jogou a cabeça para trás apertando a cabeça do meu pau com as mãos. Cheirei aquele pau que estava guardado e o cheiro de macho invadiu o ambiente. A cabeça estava rosada e totalmente inchada. Havia algumas veias saltadas no corpo do cacete pulsando sangue. Segurei com uma das mãos e encostei a minha boca fazendo beicinho. Senti o gosto passando a língua nos meus beiços. Ele já não estava mais aguentando a espera e começou a empurrar minha cabeça em direção ao pau dele. Abri a boca e deixei aquela vara entrar. Comecei a chupar como se fosse o último pirulito na face da Terra. O gosto dele era uma das coisas mais gostosas desse mundo. Ele começou a gemer ainda mais alto e eu sentia o pau dele ficando ainda mais duro na minha boca enquanto eu passava a língua e chupava a cabeça. Conseguia ouvir a respiração dele ficando cada vez mais forte. Eu parava as vezes para não deixá-lo gozar. Preciso desse pau no meu cu a noite inteira.
Senti a mão dele deslizando para baixo das minhas bolas e senti um dos dedos dele encostar no meu cuzinho. Gemi com o pau dele ainda na minha boca. O dedo começou a acariciar meu cu de leve quase sem tocar fazendo movimentos circulares. Fiquei louco. Meu pau ficou tão duro que começou a doer. Ele tirou a mão da minha cueca, lambeu um dos dedos e voltou a mão no meu cu. Agora, começou lambuzá-lo. Começou colocando um pouco do dedo e foi forçando a entrada devagar. Comecei a arquear minhas costas fazendo com que meu cu se abrisse ainda mais. Deixei o dedo dele entrar por completo. Senti ele fazendo voltas dentro de mim e o tesão começou a subir ainda mais rápido. Comecei a balançar para frente e para trás, ajudando o dedo dele entrar e sair.
Depois de algum tempo, parei de chupar seu pau e comecei a chupar as bolas. Ele começou a bater uma punheta para mim. As mãos dele eram macias e conseguiam me deixar no ponto de gozar. Precisei avisá-lo, pelo menos, umas três vezes. Ele falou baixo:
        - Vamos para o quarto?
        - Vamos.
Mas ele não tirou o dedo de dentro de mim. Subimos as escadas e chegamos no quarto com ele dentro de mim. Cada passo me deixava mole. Apenas meu pau conseguia ficar duro nesse momento. Chegando na beira da cama, ele tirou o dedo e me jogou na cama. Eu fui para trás de costas e o vi subindo na cama e engatinhando em cima de mim, ficando de quatro. Ele começou a me beijar e eu fui arrancando a sunga dele que já estava no meio dos joelhos. Enquanto ele me beijava, eu passei as minhas mãos na bunda dele, apertando bem forte. Trouxe minhas mãos na minha boca e lambi meu dedo do meio. Voltei a mão na bunda dele e encostei no cuzinho. Senti o quanto estava piscando pedindo para ser penetrado. Não perdi tempo, comecei a enfiar o dedo devagar mas logo ele aceitou meu dedo e eu já estava com tudo enfiado. Comecei a mexer dentro dele e via seu rosto de dor e prazer. Ele estava quente por dentro. Ele começou a rebolar com o meu dedo no cu dele e a cama começou a chiar. Aproveitei o máximo que podia até ele rolar para o lado, fazendo com que meu dedo saísse dele.
Eu montei em cima dele e senti o caralho dele pressionando a minha bunda. Não consigo mais aguentar, preciso dele dentro de mim nesse exato minuto. Não tinha reparado antes, mas ele havia deixado um lubrificante em cima do criado-mudo. É por isso que eu amo esse homem. Peguei o frasco e lambuzei o pau dele. Joguei o lubrificante para o lado e já agarrei a pica dele e coloquei na entrada do meu cu. Comecei a baixar e senti ele entrando em mim. Deixei ele entrar e comecei a cavalgar. Ele estava olhando para mim com o rosto todo vermelho e seu corpo estava começando a suar embaixo do meu. Eu rebolava, subia, descia, tirava e colocava de volta. Ele gemia, eu gemia. Estávamos conectados. Ele me jogou de lado na cama, foi por trás e me ergueu para que eu ficasse de quatro. Separei minha bunda deixando o caminho livre para ele, que não perdeu tempo, enfiou a pica com tudo em mim. Gemi alto. Sentir aquele cacete era muito bom. Era bom de mais. Meu pau já estava vermelho. Comecei a bater uma punheta e em pouco tempo comecei a gozar violentamente. Minha porra jorrava na cama. Contrai meu cu e isso fez com que ele também gozasse. Senti o leite dentro de mim. Ele jogou o corpo em cima de mim gemendo com a voz grossa e alta. Sentia as últimas socadas dele por trás de mim.
Assim que ele tirou o pau de dentro de mim, sai para o banheiro. Foi a melhor foda de todas. Nunca admitirei isso. Mas foi. Quando voltei, ele estava deitado olhando o teto. Deitei-me na cama, apoiando a minha cabeça na barriga nua dele.
        -Preciso te confessar uma coisa. - ele disse. Seu peito ainda estava subindo e descendo freneticamente.
        - Ai não. Vai me dizer que você matou o Luis e agora temos que esconder o corpo. - eu disse brincando.
        - Eu mudei o horário dos relógios da casa. Ainda não passaram as 24 horas. Mas eu não vou cobrar o que foi acertado na aposta. Você ganhou.
        - Você é muito imbecil mesmo hein! Como pode mentir tão descaradamente?
        - Bom, consegui algo que estava querendo a muito tempo. Valeu a pena.
        - Hum... chato. Pelo menos você sabe apreciar as coisas boas da vida.
        - Irritante. - ele disse brincando.
Senti seus braços em volta do meu corpo. Um abraço apertado me trazia de volta a realidade. E eu estava adorando essa realidade. Estava do lado do homem que eu amava e ele está apaixonado por mim. E outra… serei rico!
O dia já estava começando a clarear e já conseguíamos ver o mar. Nunca tinha sentido algo tão forte por alguém. Não estava com medo, mas estava curioso com tudo que ainda iriamos viver juntos. Agora tenho um pau particular e nunca largarei essa oportunidade única.
Vendo mais um dia nascer, só tinha mais uma coisa que eu queria fazer:
        - Bruno, quer casar comigo?

Fim.



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