A empregadinha cdzinha


BY: gula Eu tinha 17 anos. Pernas grossas, ancas largas, bunda arrebitada, macia e redonda. Poucos pelos.

Sempre que me olhava no espelho, de corpo inteiro, ficava me admirando e pensando...como seria se um macho se interessasse por mim? Tinha um corpo delicioso pra sentar no colinho, pois era todo macio e liso...esses pensamentos me davam um tesão danado.

Pilantrinha, ficava projetando o bumbum para trás, como que pedindo pra me foderem ali mesmo de pé...eu me inclinava, ficava na ponta dos pés, perninhas juntas, bunda oferecida.

Um dia decidi comprar umas calcinhas bem putinhas, dessa com rendas até na bunda, pra atolar no reguinho...comprei vermelha, preta, lilás...sempre essas cores safadas.

Fiquei um delícia...como meu espelho fica do lado da cama, comecei a fazer poses virada de bruços ali na cama e balançando as pernas, bem puta....eu arregaçava a calcinha pro ladinho e meu cu ficava visível...confesso que qualquer macho iria querer me fuder até o talo ali naquela cama...e eu ficaria batendo as perninhas como que não querendo mas na verdade me oferecendo que nem uma cadela.

Decidi então que era hora de testar algo dentro do meu cuzinho safado...e comecei a comprar cenouras, que lambuzava de óleo e atolava na bunda...pra segurar, punha a calcinha, uma meia arrastão e ficava andando perto da cama, pra sentir a cenoura afundando e saindo do meu rabo...fazia umas carinhas de prazer e dor, virando os olhinhos...uma cachorra perfeita.

Mas essas eram fantasias que eu tinha sozinha ali na minha casa...por que eu sempre adorei uma putaria com mulher, embora com esse corpo tesudo e bom para todo tipo de putaria.

Um dia fui até a casa de um amigo e ele me contou seu dilema...tinha uma namorada que era uma delícia mas que não mandava bem na cama...e decidiu comprar uma fantasia de empregada pra dar uma bombada na relação.

Mas ele estava meio encucado, pois achava que a menina ia ficar puta da vida...então falei pra ele que era bobagem, que ele devia mesmo dar o presente e mandar ver, pois as mulheres são na verdade uma vagabundas na cama, basta ligar na tomada na hora certa....e aproveitei pra dizer que pra mim, em matéria de sexo valia tudo.

E aí veio a pergunta direta...e se você vestir a fantasia e me mostrar como devo fazer com ela, o que devo pedir pra ela etc etc etc. A pergunta veio tão na lata que faltou ar...meu coração acelerou, a boca secou, meu cuzinho deu umas piscadas safadas e meu pau ficou duro...e lógico, ele percebeu.

Eu disse:

- tá bom, vou fazer isso pela nossa amizade.

E nesse momento iria realizar minha fantasia...ser a empregadinha cdzinha de um macho. A fantasia não podia ser mais gostosa...uma sainha rodada preta transparente que mal tampava a bundinha, uma meia branca 3/4 maravilhosa, uma calcinha preta bem cavada e com muitas rendas no bumbum, luvinhas de renda branca, um camisete e uns lacinhos e babadinhos de acessórios. E o mais legal...um espanador com um cabo arredondado que já me fez pensar a mais pervertida das bobagens. Era francesa, pois ele tinha chegado recentemente de Paris.

Fiquei uma delícia...quando terminei de colocar tudo e me olhei no espelho vi que tinha o poder da sedução nas mãos...treinei umas reboladas e o resultado era maravilhosos...a sainha subia e descia na minha bunda e a calcinha fazia um barulhinho por causa das rendas.

Quando voltei pra sala, onde ele me esperava já tomando um whisky, me viu e ficou transtornado. Eu fui até ele e sentei no seu colinho...entrei no clima e disse:

- patrão, onde começo a limpeza?

Seu pau estava tão duro que na hora encaixou no meu reguinho...ele me apertou pelas ancas e eu vi que ia ser bem comida logo logo, pois sua força era enorme...quando eu ia levantar, dei uma arrebitada na bunda bem devagar, quase roçando seu rosto e fui rebolando bem devagarinho até a estante do outro lado da sala. O show era meu...como o espanador comecei a tirar o pó subindo e descendo pelos móveis.

Minhas posições eram as mais safadas possíveis...ficava de quatro limpando embaixo dos móveis, ou então projetava a bundinha pra trás com as pernas juntinhas e uma delas levantada para limpar na parte de cima. E a calcinha começou a enterrar sozinha com meus movimentos de bunda.

Sem aguentar mais ele falou grosso, que nem meu dono.

- Melissa (ele inventou o nome na hora), venha tirar meus sapatos agora, pois quero tomar um banho. Ele estava sentado, bem macho, de pernas abertas e com o copo na mão.

Eu adorei aquilo e fui até ele...Ajoelhei bem perto dele para tirar os sapatos...nesse momento, minhas mãos subiram por suas pernas pelo lado de dentro e foram até a base do saco...ele urrou.

Mandou então que tirasse as calças dele...minha posição era ainda ajoelhada, com a bunda projetada pra trás...abri então seu cinto e arriei as calças dele.

Então veio aquele cheiro de pau no meu rosto...sua cueca boxer preta estava estourando e eu fazia questão de roçar nela enquanto tirava as calças...pra facilitar fiquei em pé meio inclinada com o bumbum bem perto dele, de modo que ele começou a me acariciar as pernas e a subir suas mãos enormes até minha bunda arrebitada...eu gemi feito uma cachorra.

Virei de bunda pra ele e começou a me beijar a polpinha do bumbum, fazendo movimentos circulares com sua língua no reguinho...afastou então a calcinha pro lado e meteu a língua...gritei fininho aiaiai uffsss, que língua gostosa.

Então fiquei de joelhos de novo e livrei seu pau da cueca...um pau lindo, cabeça vermelha e brilhante, cheiroso, tamanho ideal. Usei então todas as técnicas que aprendi em filmes...segurei o saco, fazendo carícias e ataquei de boca, abrindo bem pra caber tudo e tirando devagarinho, com movimentos circulares de língua...um picolé de carne que devorei durante uns 10 minutos, babando muito, indo até garganta, fazendo barulho grhagrjagrjjasss...cada vez que estocava, saia mais baba...meu cu piscava sem parar e eu estava de quatro mamando aquela vara que nem uma porca.

Veio o jorro de porra quente na minha boca, que recebi toda e gargarejei na garganta grlgrlgrlgrl bem puta. Nunca pensei que seria capaz disso, mas de certa forma me dava um poder, um controle da situação.

Ele desfaleceu por uns minutos e aproveitei pra me lavar. Na volta vi que ele segurava o espanador e bezuntava com óleo...hum, nhan nhan, que delícia, pensei. Me chamou quase gritando.

Melissa, preciso falar com você sobre seu serviço...isso está uma merda...me segurou pelo cabelo e me jogou no seu colo, com minha bunda pra cima...minhas perninhas ficaram no ar e eu me mexia vigorosamente, só de farra, como que querendo escapar, mas mal vendo a hora do castigo...ele deu uns tapas na minha bunda que balançava de um lado pra outro, abriu meu cu e começou a a enfiar o espanador, girando-o sem parar...como era bom aquilo! eu gemia e pedia desculpas e prometia que ia melhorar mas eles não ouvia, continuava a me espancar e enfiar o espanador.

Pediu então que eu levantasse e andasse com o espanador no cu...rebolei que nem lôca pela sala, dava uns pulinhos trotando que nem uma égua e relinchando.

Então ele me pegou no colo, me jogou no braço do sofá com a bunda pra cima, meio de quatro, arrancou o espanador numa estocada e colocou a cabeça no meu buraco...mandou

- empina a bunda sua safada, empregadinha de merda.

E eu empurrava pra trás, abrindo minha bunda com as mãos, pra facilitar a entrada da vara...colocou devagar até entrar o talo e depois começou os movimentos lentos e fortes, segurando minhas ancas e atendo na minha bunda redonda.

Eu gritava de tesão aiaiiiii uiiii delícia, me foooodeee seuu puttooo, mete essssaaaa rollllaaaaa fundoooo maaaiiiis maaisss.

E ele entrava e saia que nem um cavalo, me arregaçando e me levantando do sofá, tal a força das bombadas.

A porra quente invadiu meu rabo no mesmo momento que gozei....tirei seu pau pra fora e terminei o serviço, levando o pau meio mole até a garganta...dormimos nessa posição, eu com o pau na boca, ele abraçado na minha bunda...meu cuzinho satisfeito de prazer

Virei Melissa, a empregadinha de cama mesa e banho.




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