Uma paixão antiga


BY: zensilva Depois de alguns meses namorando o Renato, pouco a pouco fomos nos afastando e tudo acabou, sem traumas felizmente. Já não havia aquela paixão inicial e achamos, os dois, continuar apenas bons amigos.

Eu fiquei um pouco decepcionada porque realmente no início esperava muito daquele relacionamento, e por isso dediquei-me totalmente ao trabalho nos meses seguintes. Saí umas duas ou três vezes porque sem sexo não dá para ficar totalmente, mas foi uma coisa sem envolvimento, com gatinhos que encontrei numa ou outra balada. Nada de especial. Eu precisava de um homem mas eles só me conseguiram me satisfazer como machos. Na hora foi gostoso mas foi uma coisa meio vazia.

E enquanto não encontrava meu Príncipe Encantado, um homem com H, que me satisfizesse não só as necessidades físicas mas também as intelectuais e espirituais. Por isso dediquei-me a trabalhar, juntar um dinheirinho e comprar roupas e jóias, o que qualquer de nós a-do-ra.

Para mudar um pouco o visual, pintei meu cabelo de preto e deixei crescer até os ombros. Fiz ainda uma tatuagem muito bonitinha, de uma flor, bem no finalzinho das costas. E comecei a malhar bastante, tendo perdido uns dois quilinhos, o que me deixou com um corpo bem bonito, modéstia à parte, 54 quilinhos e 1m70 de altura.

Uma tarde, era um fim de semana, acho, estava em casa quando minha mãe me ligou. Nós já havíamos resolvido todos os nosso problemas e ela finalmente me aceitara como Tanya:

- Oi Tanya, é sua mãe, como vai.
- Oi mãe. Tudo bem. E você?
- Tudo ótimo. Você se lembra do Bruno, perguntou-me?

É claro que eu me lembrava. Eu havia saído com ele, fora um de meus primeiros namorados, só que ninguém sabia, porque na época eu ainda morava em casa e vivia uma vida de menino. Mas havíamos nos distanciado e há muito eu não via. Mas se ele não havia mudado, era um gatinho. E imediata,mente senti um friozinho na barriga.

- Claro, disse, porque?
- Ele está indo aí para o Rio e disse-me que queria te ver. Será que eu posso dar o endereço para ele? Ou seu telefone? Não sei se ele vai te entender. Aliás nem sei sem ele sabe que agora você é a Tanya.
- Não tem problema mãe, pode dar o meu telefone prá ele.

Conversamos mais um pouco e logo depois desligamos. O Bruno, pensei, como estará ele? Gordo, magro? Ele tinha um corpinho bem sarado, mas éramos jovens.... O nosso caso, se é que posso chamar de caso, foi rápido, coisa de adolescentes. Três ou quatro vezes, enquanto estudávamos. Ele era um ano mais velho que eu, mais experiente e viu que eu estava a fim. Na primeira vez ele veio por trás e roçou o pau duro na minha bundinha. Quando eu ia protestar ele me deu um beijo pegou minha mão e quando eu segurei nele foi um gozo só. Depois disso ele foi menos apressado e transamos direito, com penetração e tudo. Mas logo em seguida ele saiu da cidade e, quando voltou,, quem havia saído era eu.

Agora iríamos nos ver novamente. Será que ele sabia? Estaria casado, divorciado?

Confesso que nos dias seguintes o Bruno vinha à minha cabeça com frequencia, afinal eu estava curiosa para ver a reação dele. Estava muito orgulhosa de mim, do meu corpo, muito segura de minha feminilidade e há muito sem gostar de ninguém. O Bruno era uma possibilidade. Afinal, dizem que amor que fica é amor de p...

Uma quarta-feira à noite toca o telefone:.

- Alô, respondi.
- Tanya?
- Sim, quem é, perguntei.
- É o Bruno. E ficou em silêncio.

Eu estava com a minha voz mais feminina possível e ele me chamara de Tanya! Logo ele sabia.

- Minha mãe te deu meu telefone não?
- É, foi sim. E também me contou que agora você não é mais o Beto. É a Tanya! Puxa, que mudança! Mas como vai você?
- Bem, muito bem mesmo, e você Bruno, como você tem passado?
- Tudo bem. Trabalhando muito. E você?
- Eu também. Agora sou tradutora. Não paga muito mas eu faço meus horários e posso trabalhar e,m casa se quiser. Tem lá suas vantagens. E você? O que você faz? Casou?
- Casei sim mas separei-me há uns dois anos. Agora estou solteiro. Só trabalhando. E estou indo ao Rio porque recebi uma oferta de emprego num banco e vou falar com os caras. O negócio está quase certo, é só eu ficar uns dias com eles para ver se vou me adaptar e tudo mais. Aí lembrei-me que você morava no Rio e falei com sua mãe. E ela me contou as novidades.
- Aha, entendi.
- E como vai sua vida, muitas festas e badalações pela Cidade Grande?
- Nada disso, eu estou só trabalhando.
- Eu gostaria de te ver. Você pode ou tem alguém?
- No momento estou sozinha. Morei com um cara, o Renato, por dois anos, mas agora estou sozinha. Só trabalhando também. Então, quanto tempo você vai passar mesmo por aqui?
- É, vou passar uma ou duas duas semanas por aí e gostaria mesmo de te ver, bater um papo.
- Seria ótimo, se bem que eu estou um pouco, digamos, diferente.
- Imagino, disse ele. Mas tenho certeza de que você deve estar bem bonita. Aliás, você sempre teve traços finos e delicados.
- Isto não sei, mas não tenho recebido reclamações, respondi dando uns risinhos.
- Olhe, estou de saída para viajar. Nos vemos hoje à noite?

Resolvi ser um pouco dura e disse: “Hoje não posso mas que tal nos vermos amanhã para almoçar, você pode?”

- Bem, tenho umas duas horas livres e podemos. Onde você quer que nos encontremos. Eu posso te pegar em sua casa.
- Não é necessário. Eu te encontro para você não perder tempo.

Marcamos um local para almoço, um restaurante tranquilo, na Zona Sul, e despedimo-nos.

No dia seguinte acordei cedo, terminei rapidamente um trabalho que tinha para fazer e planejei meu dia. Eu ia levar a coisa devagar. Não iria me entregar a ele assim sem mais nem menos. Queria ver como nos sentiríamos. Era óbvio que ele se lembrava de nossos encontros e se estava me procurando era porque queria mais. Só que agora eu não era mais a mesma pessoa. Estava segura de mim e sabia oque queria.

Por isso tomei um banho tarde, coloquei uma maquiagem bem leve, apropriada para o dia, sem carregar muito mesmo porque ia estar de óculos escuros. Retoquei as mãos (deveria ter ido à manicure, mas deixei para depois, se saíssemos, ou quando saíssemos à noite) e coloquei um vestidinho preto, com bolinhas brancas, um pouquinho acima do joelho, uma graça. O decote era discreto mas mostrava um pouco dos meus seios, sem exagerar. Amarrei meus cabelos num rabo de cavalo, botei uma sandalinha preta, alta, algumas jóias discretas e fui para encontrar o Bruno. O que será que me aguardava?

Não iria demorar a saber. Cheguei um pouquinho atrasada e logo vi que ele já estava no bar, muito elegante, de terno e gravata. Ele a princípio não me reconheceu. Quando eu cheguei perto, parei, coloquei as mãos na cintura e disse:

- Ué Bruno, não tá me reconhecendo?

Ele ficou me olhando sem dizer nada um bom tempo até que levantou-se com um sorriso e disse:

- Tanya, que linda você está! Nunca iria te reconhecer.
- Poxa Bruno, mas eu te reconheceria facilmente. Você continua o mesmo. E isto é um elogio hein!
- Mas o meu também é um elogio. Você não sabe como! Você está linda mesmo. E sem tirar os olhos dos meus seios, concluiu: “E com muita saúde...”.

Sentamo-nos, ele pediu um chope e eu uma Diet Coke. Depois de uns momentos assim meio sem jeito o papo fluiu naturalmente. E ele foi logo ao ponto:

- Olhe Tanya, eu não sumi assim sem mais nem menos, é que meus pais saíram da cidade e...
- Eu sei, respondi. Mas mesmo assim senti saudades. Mas isto já passou.
- Espero que não, respondeu. Vou matar estas saudades nestes dias. A não ser que você não queira....

Bem, agora já era quase uma cantada. E eu queria ser cantada mas não podia ser muito fácil. Como não sabia o que dizer, mudei de assunto.

- Bem, vamos pedir, estou morta de fome.

Pedimos o almoço, comemos e continuamos conversando amenidades, até que o telefone dele tocou. Pela sua cara vi que não havia gostado nada mas respondeu “está bem, amanhã estarei aí” e virando-se para mim disse:

- Uma pena mas há uma emergência e terei de voltar esta noite. Não temos muito tempo. Uma pena..e segurou minhas mãos por sobre a mesa e ficou me olhando com aqueles olhos fundos enquanto acariciava minhas mãos.

Eu fiquei, claro, decepcionadíssima porque estava muito a fim dele. E acho que ele notou. Tanto que levantou-se de seu lugar e veio sentar na cadeira de meu lado. Passou o braço sobre meus ombros, puxou-me de encontro a ele e beijou-me, delicadamente mas com paixão.

Não consegui resistir e retribui o seu beijo. Depois encostei minha cabeça em seu ombro e quando senti suas mãos acariciando meus cabelos virei-me e voltamos a nos beijar, desta vez um pouco mais demoradamente. Sua mão, sobre meus ombros, enquanto nos beijávamos, tocava delicadamente meu corpo, procurando meus seios e minhas mãos. Que estavam entrelaçadas sobre minhas pernas escorregaram até que pude sentir sua virilidade.

- Acho que temos tempo para matarmos um pouco de saudade, o que você acha, murmurou no meu ouvido.
Eu não via nada, somente assenti com a cabeça e voltei a encostá-la em seu ombro, enquanto ele me apertava com força para junto a si e pedia a conta.

Não podíamos perder o controle porque, afinal, ainda estávamos no meio da tarde, mas ficamos namorando, discretamente, até que a conta veio e saímos agarradinhos à procura de um taxi que nos levasse até seu hotel. Olhando no relógio ele disse:

- Poxa, já são quase duas horas e às seis tenho de sair para o aeroporto. Mas qualidade é melhor que quantidade disse sorrindo....

No taxi, até o hotel, beijamo-nos algumas vezes mas com cuidado para não dar vexame. A minha vontade era de chupá-lo todinho alí mesmo. Os seus olhos não saiam de meu decote e por mais de uma vez sua mão boba já “sentira” meus seios.

- Quero chupar estas tetinhas a tarde toda sunssurou ele no meu ouvido enquanto se ajeitava para que minhas mãos ficassem mais à vontade. Mas percebendo que o motorista estava de olho no banco de trás mantive-me discreta até chegarmos ao hotel.

No elevador, por sorte, estávamos sós e fomos nos beijando até o andar em que ele estava hospedado. Felizmente o quarto era próximo ao elevador porque nenhum de nós ia aguentar muito tempo mais. Ao abrir a porta e fechá-la ele me agarrou contra a parede e pude sentir, junto à minha barriga, sua excitação por completo.

Enquanto ele buscava os botões para tirar meu vestido eu soltei meus cabelos e ajudei-o a desabotoar, já que do jeito ansioso que ele estava iria me estragar todo o vestido que caiu no chão, deixando-me somente de calcinha e sutien.

Enquanto ele me apertava contra a parede segurando uma de minhas mãos no alto, com a outra soltava um de meus seios do soutien e beijava-me toda, começando no pescoço e até colocar o mamilo todo – que já estava durinho - eu sua boca.

Ninguém falava nada, só gemíamos de prazer. Mas quando consegui, com a mão livre, soltar o cinto, abrir sua calça e colocar a mão dentro de sua cueca para acariciar e sentir aquela maravilha duríssima, ele não se controlou:

- Ah meu amor, que gostoso. Você está maravilhosa. Acho que vou ficar apaixonado e soltando a minha mão que estava contra a parede acabou por tirar meu soutien e acariciar (e beijar) com carinho meus seios. Com um movimento de pernas ele livrou-se da calça e isto foi como um código. Tirei sua cuequinha com a duas mãos e foi me abaixando até ficar de joelhos, chupando aquela pica gostosa.
Foram uns dois minutos de chupada quando senti que o Bruno não ia resistir. Fiz que ia para mas ele pediu para que eu continuasse e pouco tempo depois ele estava me dando aquele leitinho todo que escorria pelos lados de minha boca enquanto ele urrava de tesão e prazer.

Eu bem que tentei engolir tudo mas não consegui e quando ele finalmente ficou mole levantei-me fui até o banheiro, onde lavei a boca e quando ia voltar para o quarto senti que o Bruno me encoxava por trás enquanto acariciava meus peitos e beijava meus ombros. Ficou assim uns 30 segundos e novamente pude sentir que ele estava pronto para outra.

E mais uma vez ele tomou o controle. Levou-me para a cama e deitou-me de costas. Em seguida, já com o pau duro, veio por cima de mim, beijando-me o rosto todo, os peitos, as orelhas até que perguntou-me se eu tinha camisinha. Por sorte eu tinha e também estava com pomada para que ele me lubrificasse todinha.

Coloquei a camisinha em seu pau no mesmo momento que ele enviava um e depois dois dedinhos no meu rabo que estava ansioso por algo mais substancioso. Depois de mais uns 30 segundos de preliminares ele botou-me novamente de costas, Pôs um travesseiro embaixo da minha bundinha e penetrou-me, a princípio devagar e, quando sentiu que eu já estava aberta, estocou com mais força.

- Ah meu amor, que gostoso. Me penetra todinha e ne faz sua fêmea eu gemia enquanto ele gemia e dizia que ia me fuder todinha e estocava seu pau todinho para dentro de mim.

Depois de alguns segundos e começou a beijar-me enquanto eu, de pernas abertas, do gemia e grudava minhas unhas em suas costas, na posição submissa de fêmea querendo mais e mais o seu macho. O Bruno perguntou-me se eu precisava que ele tocasse uma punhetinha pata que eu gozasse mas fiz que não com a cabeça e puxei-o mais para junto de mim.

Ficamos assim, ele me beijando e penetrando por quase 15 minutos quando eu senyi que iria gozar:

- Aí amor, eu vou gozar eu disse. Quero que você venha junto comigo. Ele aumentou a frequência e uns 30 segundos depois ele explodia dentro de mim ao mesmo tempo que eu chegava ao orgasmo mais maravilhoso que tivera em toda a vida.

Eu estava apaixonada de novo...



Seja o primeiro a fazer um comentario nesse conto.
Comente esse conto abaixo

(Numero maximo de caracteres: 400) Você tem caracteres restantes.

Desejo registrar meu vonto junto com o meu comentario:

Outros contos publicados desse mesmo autor
 


Próximo Conto

Punheta entre casados.


Online porn video at mobile phone